Loading...

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O ESPIRITO SANTO EM CADA CAPITULO DE ATOS

MUITOS TEM JESUS CRISTO APENAS COMO SALVADOR, AQUELE QUE PODE SALVA-LOS DE SITUAÇÕES DIFÍCEIS E DAS ADVERSIDADES DA VIDA, ESSES SERIAM OS CHAMADOS, MAS POUCOS O TEM COMO SENHOR DE SUAS VIDAS, ESSES SERIAM OS ESCOLHIDOS.

SEJA VOCE TAMBÉM UM ESCOLHIDO DE DEUS, E NÃO APENAS UM CHAMADO.(MATTITYAHU 22.14) (MT). E QUE O DEUS DE AVRAHAN (GEN.22.18), YA'AKOV (NUM.24.17), Y'HUDAH (GEN.49.10), YISHAI 'Jessé' (IS.11.1), DAVID (2SAM.7.13) E YESHUA, O MESSIAS (CHRISTOS gr) (MASHIACH hb), O UNGIDO, TE GUARDE EM TODA SUA CAMINHADA.

ATOS 1. O Espirito Santo transforma a forma como ouvimos. Eles ouviram e acreditaram. "...determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que de mim ouviste" At.1.4. O Espirito Santo abre nossos ouvidos, para que possamos ouvir e entender sua voz.

ATOS 2. O Espirito Santo transforma a forma como nós falamos. "Todos foram cheios do Espirito Santo e começaram a falar em linguas, conforme o Espirito Santo lhes concedia que falassem" Atos 2.4. O Espirito Santo cuida da nossa voz, Ele ajuda-nos a policiar aquilo que falamos.

ATOS 3. O Espirito Santo transforma a nossa aparencia. "E Pedro, com João fitando os olhos nele disse: "Olha para nós..." At.3.4. O que poderíamos oferecer se não fosse pelo poder glorioso do Espirito Santo? Ele ensina-nos a não olharmos para nós, para as nossas condiçoes, mas sim para aquele que pode mudar a vida de quem quer que seja, desde o mais simples ao mais abastado.

ATOS 4. O Espirito Santo transforma o nosso comportamento. Ficamos audaciosos e lutamos com ousadia contra as forças de satanás, tudo por causa da maravilhosa unção de Deus. "Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e indoutos, admiraram-se; e reconheceram que haviam estado com Jesus" At.4.13.

1. O Espirito Santo, nos da intrepidez para ir adiante, para falar com Deus e buscar sua presença.

2. Ele também nos da intrepidez para falarmos com os homens com muita coragem, ousadia e destemor.

3. Ele também nos da intrepidez contra satanás. Voce vai expulsa-lo, desafia-lo, amarra-lo e repreende-lo em nome do Senhor Jesus. Passamos a ser audaciosos no reino de Deus.

ATOS 5. O Espirito Santo, transforma nossa experiência; real, viva e com significados com Ele. Pedro tinha um novo amigo, que poderia ser invisível para os outros, mas extremamente real para ele. Ele disse: "Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espirito Santo que Deus outorgou aos que lhe obedecem" At.5.32.

A presença do Espirito Santo foi tão real na vida dos apostolos que quando eles foram ameaçados a não mais falar de Jesus, eles disseram: "...mais importa obedecer a Deus do que aos homens" At.5.28,29.

ATOS 6. O Espirito Santo transforma a nossa posição em Cristo. Passamos a ter posição privilegiada de autoridade, coragem e conquista. "E Estevão cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo, e não podiam resistir a sabedoria e ao Espirito com que falava" At.6.10. Cheios do Espirito Santo perdemos o medo daquilo que é oculto. O inimigo que nos intimidava, passa a ficar debaixo dos nossos pés. É um grande privilégio ter o Espirito Santo, como nosso melhor e grande amigo.

ATOS 7. O Espirito Santo nos ensina a olhar para cima. Ele muda a nossa visão. "Estevão cheio do Espirito Santo, fitou os olhos nos céus e viu a Glória de Deus e Jesus Cristo assentado a sua direita" At.7.55. Quando o Espirito Santo transforma a nossa visão, passamos a enxergar o sobrenatural. Passamos a viver por fé e não pelo que vemos. Começamos a ver o impossível acontecer. "Disse Eliseu a Geazi: Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles. E orou Eliseu e disse: Senhor; peço-te que abra os olhos do moço para que ele veja, e o Senhor abriu seus olhos e viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu" II Rs. 6.16,17. O Espirito Santo aumenta nossa visão e passamos a enxergar além daquilo que a visão humana possa enxergar. Ele aumenta a nossa força e passamos a viver além da dor e do sofrimento.

ATOS 8. O Espirito Santo aumenta o nosso discernimento. Passamos a conhecer e a discernir a voz de Deus, porque é o Espirito Santo que nos da este discernimento. "E disse o Espirito a Felipe: Aproxima-te desse carro, e acompanha-o. Então Felipe correu" At. 8.29,30. Ele conhecia a voz de Deus. Quando o Espirito disse, Felipe respondeu imediatamente. Ele não quis perder a oportunidade. Nunca confie no seu proprio julgamento, permita que o Espirito Santo lhe de discernimento. Não podemos apenas ver com nossos olhos carnais, se não, nada entenderemos. É preciso abrir nossos olhos e ouvidos espirituais.

sábado, 3 de abril de 2010

TIRE SUAS DÚVIDAS.

DEFINIÇÃO DO SERMÃO TEMÁTICO:

Sermão Temático é aquele cujas divisões principais derivam do Tema, independente do Texto.

DEFINIÇÃO DO SERMÃO TEXTUAL:

Sermão Textual é aquele em que as divisões principais são derivadas de um Texto constituido de uma breve porção da Bíblia. Cada uma dessas divisões é usada como uma linha de sugestão, e o Texto fornece o Tema do Sermão.

DEFINIÇÃO DO SERMÃO EXPOSITIVO:

Serao Expositivo é aquele em que uma porção mais ou menos extensa da Escritura é interpretada em relação a um Tema ou assunto. A maior parte do material deste tipo de Sermão provém diretamente da passagem, e o esboço consiste em uma série de idéias progressivas que giram em torno de uma idéia principal.

O QUE É EXEGESE?

Exegese é o estudo cuidadoso e sistemático da Escritura para descobrir o significado original que foi pretendido. É a tentativa de interpretar conforme os destinatários originais devem te-la ouvido; de tentar descobrir qual era a intenção original das Palavras da Bíblia. Exegese no grego é "trazer para fora", ou seja, fazer conhecido algo que esta oculto a primeira vista num texto.

O QUE É HOMILÉTICA:

1. É o estudo dos fundamentos e princípios de como preparar e proferir sermões.
2. É a ciência cuja arte é a pregação e cujo resultado é o sermão.
3. É a arte do preparo e a pregação dos sermões.

O QUE É HERMENEUTICA?

Consiste num conjunto de regras que permitem determinar o sentido literal do objeto de estudo, no caso, a Bíblia.

O QUE É ESCATOLOGIA BÍBLICA.

O termo escatologia tem origem em duas palavras gregas "éschatos = ultimo e "logos" = estudo. A escatologia relata os acontecimentos finais e relata o retorno de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

CURIOSIDADES

OBSERVAÇÃO: A BÍBLIA NÃO DIZ QUE JUDAS SE ENFORCOU

"E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar”. (Mateus 27.5).

“Ora, este adquiriu um campo, com o galardão da iniqüidade e, precipitando-se, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram”. (Atos 1.18).

Estes dois textos, ambos referindo-se a Judas Iscariotes, tem sido muito discutido no decorrer dos séculos. Muitos acham que existe contradição entre as duas narrativas, porém existem algumas teorias que descartam a possibilidade de contradição.

Existe a chamada “teoria da corda partida”. Há quem pense que Judas realmente enforcou-se, porém, na hora em que se enforcou à beira de um precipício, a corda quebrou-se e ele caiu lá embaixo. O que pode realmente ter acontecido é que ele saiu para se enforcar, porém, vendo um abismo diante de si, e estando desesperado, nem chegou a preocupar-se em preparar um laço de forca. Saltou no vazio e... Arrebentou-se!

PAIXÃO DE CRISTO


SEXTA FEIRA DA PAIXÃO.

Porque foi subindo como renovo perante Ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha parecer nem formosura; e, olhando nós para Ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos. Era desprezado e o mais indigno entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente, Ele tomou sobre sí as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.

Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados. Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido, mas não abriu a boca; como um cordeiro, foi levado ao matadouro e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, Ele não abriu a boca. Da opressão e do juizo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida?

Porquanto foi cortado da terra dos viventes e pela transgressão do meu povo foi Ele atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico, na sua morte; porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano em sua boca. Todavia, ao Senhor agradou o moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os dias, e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão. O trabalho da sua alma Ele verá e ficará satisfeito; com o seu conhecimento, o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre sí.

(ISAIAS 53.2-11)

AS SETE PALAVRAS DE JESUS CRISTO NA CRUZ


Primeira palavra: "Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem." (Lucas, 23.34). Esta primeira frase foi dita em forma de prece para que Deus perdoasse a ignorância daqueles que o crucificavam: os soldados romanos e a multidão que o acusava. Esta prece reflete e confirma uma exortação anterior de Jesus, quando instava a seus seguidores que amassem e perdoassem seus inimigos (Mateus 5.44). Alguns manuscritos antigos omitem a menção àquela frase.

Segunda palavra: "Em verdade eu te digo que hoje estarás comigo no Paraíso." (Lucas 23.43). No momento em que Jesus é crucificado, dois ladrões também são, e suas cruzes se erguem ladeando a de Jesus. O ladrão à sua direita reconhece sua inocência, e pede que seja lembrado quando Jesus entrar em seu Reino, e Jesus lhe responde daquela forma. A versão original nos manuscritos gregos não traz pontuação, permitindo alguma confusão de sentidos pelo possível deslocamento da prosódia, gerando a alternativa "Em verdade, eu te digo (que) hoje, estarás comigo no Paraíso".

Terceira palavra: "Mulher, eis aí teu filho; olha aí a tua mãe." (João 19.26-27). Jesus, do alto da cruz, contempla os poucos amigos que o seguiram até o Calvário, e com aquelas palavras confia seu discípulo (cujo nome não é citado, mas crê-se que seja João) aos cuidados de sua mãe Maria, e ela a ele.

Quarta palavra: "Eli, Eli, lama sabachthani? (Deus, meu Deus, por que me abandonaste?)" (Mateus 27.46 e Marcos 15.34). Esta frase é uma que se destaca no conjunto, por ter sido a única registrada tanto por Marcos como por Mateus, e por ter sido transmitida a nós em uma outra linguagem, o aramaico. Expressa o sentimento de total abandono experimentado por Jesus em seu sacrifício e a necessidade de enfrentar a agonia sem qualquer valimento, nem mesmo o divino, a fim de cumprir seu desígnio e realizar sua obra de salvação.

Quinta palavra: "Tenho sede". (João 19.28) Aqui fica patente à natureza humana de Jesus, não era uma reclamação ou um pedido, mas uma afirmação clara de que Ele era de carne osso, tinha fome e sede como todos os humanos. E é por isso que Ele se compadece nós, pois Ele conhece todas as nossas dores (Hebreus 4.15 e 15).

Sexta palavra: "Está consumado" (João 19.30) Jesus declara que tudo o que devia ser feito foi cumprido, e é interpretada como um sinal de que a obra de salvação se tornará eficaz por intermédio de seu sacrifício em prol de todos os homens.

Sétima palavra: "Pai, em tuas mãos entrego meu espírito". (Lucas 23. 46). Terminada sua agonia, Jesus se abandona aos cuidados de seu Pai e, assim fazendo, expira.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Ministério Profético e Apostólico

Pastor Medeiros

Rua Brasil para Cristo 10-Colorado-Suzano SP
Cep 08616-355 (011) Cel. 8787-4737

Parabéns por esta decisão tão importante em sua vida.

É com grande alegria que nós da Igreja, o (a) recebemos, não apenas como mais um participante ou simpatizante de nossos trabalhos, mas sim, como um irmão (a) em Cristo Jesus, pois quando temos Jesus Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador, passamos a fazer parte de uma família de abençoados e privilegiados, pois passamos a nos integrar a família, que um dia irá morar nos céus.

Se voce hoje esta se reconciliando com Deus, se já faz parte desta família ou se esta aceitando a Jesus Cristo como Supremo Senhor e Salvador de sua vida, lembre-se : Voce faz parte da família mais importante da terra. Família essa, que um dia irá morar nos céus.

Você esta sendo adotado pelo Senhor como filho amado que; “nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo...” (Ef. 1.5); passamos também a ter direitos legais de chamar Deus de Aba-Pai, ou seja, Papai; “... recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba-Pai” (Rm. 8.15)

Querido (a) amigo (a) e irmão (ã) em Cristo Jesus, qualquer duvida que você tenha em relação a nossa fé, não se sinta constrangido (a), em nos procurar, para que possamos lhe ajudar e lhe esclarecer todas e quaisquer dúvidas. Não seja você, mais um a partir de hoje, mas seja uma grande benção, pois o reino de Deus precisa de você.

Seja bem vindo a esta família e que Deus te abençoe sempre.

Fraternalmente em Cristo...

Igreja do Senhor Jesus

terça-feira, 2 de março de 2010

AS TRÊS UNÇÕES (Pastor Medeiros)


1. UNÇÃO PROFÉTICA (Lc. 9.2).
2. UNÇÃO SACERDOTAL (1Pe. 2.5-9)
3. UNÇÃO REAL (Lc. 10.19).


1. UNÇÃO PROFÉTICA: A unção profética todo cristão tem. O dom profético somente pessoas dotadas para esse fim, o tem. Um é diferente do outro. Quem tem o dom profético é profeta. Agabo, por exemplo, (At.21.10,11).

Na unção profética, as palavras são pronunciadas, por meio de uma fé viva na palavra de Deus, unção que todos os escolhidos têm, mas nem todos sabem disso.

No dom profético, as palavras são pronunciadas por meio de revelações vindas do Espírito de Deus, revelações, que nunca contrastam a Palavra de Deus.

2. UNÇÃO SACERDOTAL: A unção sacerdotal nos permite livre acesso ao Santo dos santos. Podemos oferecer sacrifícios vivos a Deus a qualquer momento. Ingressamos-nos no Santo dos santos, pedimos perdão pelos nossos pecados e pelos pecados dos outros, coisa que era permitido somente ao sacerdote. Como recebemos essa unção, não corremos mais o risco de sermos fulminados.

3. UNÇÃO REAL: A unção real dá ao crente em Jesus, autoridade e ousadia contra todo tipo de mal। Tanto para repreender de si mesmo os incômodos do dia a dia, como para ajudar as pessoas, libertando-as e curando-as em nome de Jesus। Essa unção torna o crente ousado e consequentemente usado para o serviço cristão। A maioria dos cristãos deixaram essas três unções de lado, para exercerem uma unção não permitida por Deus, que é de julgar as pessoas, ou seja, de Juiz। Usar esta unção é usurpar algo de alguém। Isso compete a Deus e não a nós। Fazer uso desta unção é usurpação, pois ela é exclusiva de Deus, e não foi distribuída aos seus servos.

a) Deus nos dá a unção do Profeta, para vermos o impossível acontecer।

b) Ele nos dá a unção do Rei, para termos autoridade e poder para realizar a sua obra।

c) Ele nos dá a unção sacerdotal, para sermos puros, interceder pelas nações e ter comunhão direta com Ele।

No Antigo Testamento, a unção era feita com óleo, no Novo Testamento a unção é traduzida como “O Espírito Santo vindo sobre uma pessoa”. Você pode receber hoje as três unções em sua vida, pois assim diz a palavra de Deus. Basta você crer.

TEXTOS QUE CONFIRMAM A UNÇÃO

I Pe 2:5 - Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.

Ap 5: 10 - E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.

Ap 1: 6 - E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém.

Ap 11: 18 - E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

Ef 4: 11 - E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.

Nós exercemos direitos proféticos, sacerdotais e reais.

Moisés foi usado por Deus para libertar o seu povo do Egito, função de um Rei em batalha. Em seguida entregou-lhe a lei para governar sobre o povo. Deus falava diretamente com Moisés, característica de um profeta (Ex.19.3), Moisés era um profundo intercessor pelo povo, característica de um sacerdote, embora Arão era o sacerdote oficial da nação.

Como Sacerdote; precisamos interceder e representar o povo em oração. Precisamos exortar, repreender e consolar como Profeta e governar este mundo espiritual, como Rei.

Samuel parece ser o ultimo recebedor desta tríplice unção. Durante 1.000 anos de Melquisedeque a Samuel, Deus havia colocado esta unção sobre os homens para fornecer a liderança para o seu povo escolhido, mas através da desobediência, o povo clama por um rei e a nação começa a cair. Mas com a predição da vinda de Jesus a tripla unção é restaurada (Js. 32.1,2; Is. 9.6; Sl. 110.2-4).

Jesus transferiu a tripla unção a todos que se submetem ao seu discipulado (Jo. 15.14,15). Não há razão para a transferência desta unção para aqueles que não desejam exercer sua função para a Glória de Deus e ajuda no seu reino.

1. O Senhor deu virtude e poder (Lc. 9.1). Unção de Rei.

2. Os enviou a pregar (Lc. 9.2), Unção de Profeta. Anunciamos que Jesus salva, batiza no Espírito Santo, cura... e que um dia voltará...características de profeta.

3. Salvo se nós próprios formos comprar (Lc. 9.13), Unção de Sacerdote, intercessor.

SAIBA MAIS: No sentido espiritual, não existe, matadores de profetas. Ninguém mata um profeta, morrem apenas os supostos profetas, porque o verdadeiro profeta, Deus trata dele na intimidade, e quando esse não esta bem, Deus envia o seu anjo, para levantá-lo, porque o verdadeiro profeta conhece a voz verdadeira de Deus, e não se deixa morrer ou intimidar pela voz do homem. Nenhum ministério mata profeta. O verdadeiro profeta aprende a viver em obediência e debaixo da hierarquia da igreja. Morre quanto é suposto profeta e não esta disposto a obedecer aos princípios de Deus, e aos ensinamentos da Igreja.

ATITUDES DE UM VERDADEIRO PROFETA


I Reis 18.19-24 e I Reis 19.1-18

A história do profeta Elias é cheia de milagres, sinais e maravilhas. Ele foi um grande homem de Deus cheio de fé, coragem e ousadia. Mas esse mesmo homem de Deus teve os seus medos e temores, teve também o seu dia mal, teve o seu dia de entrar numa caverna e pedir a morte. Ele saiu do Carmelo, dos belíssimos vinhedos de Deus, para uma caverna sem luz, sem ventilação e sem beleza alguma. Em nossa vida, temos os dias de "Carmelo", mas também enfrentamos os dias de "Caverna". E para os dias de "Caverna", precisamos do Senhor!

I - SAIMOS DA CAVERNA QUANDO DESCOBRIMOS QUEM SOMOS. Elias, um grande profeta de Deus, ao ser ameaçado por Jezabel, esposa do rei Acabe, é tomado por um espírito maligno de medo e foge, esquecendo-se completamente de quem ele era. E nessa sua fuga, entra numa caverna e pede a morte (I Reis 19:1-4 e 9). Ele só conseguiu sair da caverna quando Deus o lembrou quem ele era e lhe entregou a missão de ungir um rei e um profeta. Se você se encontra numa situação difícil, onde você não vê uma saída, se você se sente triste, abatido ou mesmo derrotado, se você está vivendo numa "caverna", eu quero que você saiba que você é obra das mãos de Deus, você é um projeto de Deus, você foi criado a imagem e semelhança de Deus e foi feito para vencer (Salmo 8)! Deixe Jesus conduzir a sua vida e tirá-lo dessa caverna. Clame por Jesus e Ele te ouvirá e te salvará (Rm 10.13).

II - SAIMOS DA CAVERNA QUANDO TEMOS UM PROPÓSITO DE VIDA. O profeta Elias, ao concluir com grande êxito a sua mais recente missão, achou-se sem um novo propósito para a sua vida e acabou por entrar numa caverna e lá pediu a morte. Temos visto com preocupação o aumento do número de casos de depressão, geralmente como resultado de uma vida sem propósito. E muitos psicólogos têm recomendado para essas pessoas que ocupem o seu tempo, a sua vida, com algo útil, que busquem prestar serviço voluntário na sua comunidade, que dêem um novo sentido a sua vida. O homem não foi feito para viver sem propósito, nem foi feito para viver numa "caverna" esperando a morte chegar. Deus tem um plano para cada pessoa e cabe ao homem deixar que Deus execute esse plano na sua vida. E tudo começa quando o homem entrega a sua vida a Jesus.

III - SAIMOS DA CAVERNA QUANDO OUVIMOS A VOZ DE DEUS. Elias deixou a caverna quando ouviu a voz de Deus. E essa voz não veio no meio de um "grande e forte vento", não veio num "terremoto", nem no meio de um "fogo", mas num "cicio tranqüilo e suave". Assim e a voz do Senhor nosso Deus, uma voz doce e meiga que em amor nos convida para entregarmos a Ele todo o nosso pesado fardo (Mt 11.28-30).

A FUNÇÃO DO EVANGELISTA

Definição. “O dom ministerial do evangelista é a capacidade dada por Deus a alguns membros do corpo de Cristo para expor o evangelho de tal forma aos não-cristãos, que esses aceitem a Cristo e se tornem discípulos e membros responsáveis do Corpo de Cristo, e também treinar a igreja para que ela desenvolva o ministério de reconciliação”.

Explicação. Todo crente verdadeiro é uma testemunha de Jesus Cristo, sem importar se tal crente possui ou não o dom de evangelismo. Todo crente precisa estar preparado para compartilhar de sua fé com os incrédulos, conduzindo-os aos pés de Cristo sempre que se apresente uma oportunidade, esse é o papel cristão de todos os crentes verdadeiros que correspondem a esse dom. Mas apesar disso, nem todos os crentes receberam o dom de evangelista. Quem tem esse dom tem a habilidade sobrenatural dada por Deus para conduzir pessoas não crentes a Cristo, pois esse dom é primário na igreja, ele visa o crescimento da igreja.

Referências Bíblicas.

1. Efésios 4.11 - “E ele mesmo deu uns para... evangelistas...”.

2. II Timóteo 4.5 – “Mas tu sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério”.

3. Atos 8.5-6 – “E, descendo Filipe à acidade de Samaria, lhes pregava a Cristo. E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouvia e via os sinais que ele fazia”.

4. Atos 21.8 – “No dia seguinte, partindo dali Paulo e nós que com ele estávamos, chegamos a cesárea; e, entrando na casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele”.

5. Romanos 10.14-15 – “Como, pois, invocarão aquele a quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não foram enviados? Como esta escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas”.

A palavra grega que é traduzida por "evangelista" nesses versículos é "euaggelistes" que significa literalmente "um bom mensageiro”, ou "mensageiro do bem”, ou "boas novas”. Desde o início ela foi usada em referência àqueles que pregavam o evangelho.
Nesse sentido, todos os apóstolos foram também evangelistas. Apesar disso, essa era somente uma de suas muitas obrigações. Havia aqueles cujos ministérios eram totalmente voltados a pregar o evangelho para trazer a oportunidade de salvação aos não-salvos. Filipe, que foi nomeado com Estevão como um dos sete diáconos em Jerusalém, é um exemplo que temos desse ministério no Novo Testamento. Desde Atos oito, o vemos operando, e seu ministério foi conduzir as pessoas à salvação. Nós então vemos no apogeu desse avivamento na cidade, Filipe sendo levado a pregar o evangelho a somente um homem no deserto. Isso requereria uma notável sensibilidade e obediência ao Espírito, assim como uma submissão ao ministério que Deus havia dado a outros, isto é, aos apóstolos. Filipe obviamente não foi possessivo em seu trabalho e reconheceu suas próprias limitações. É digno de nota que estudos mostraram que cerca de 95% daqueles que vêm a salvação o fazem através do testemunho de um amigo ou parente. Isso significa que menos de 5% estão vindo a Jesus através de cruzadas, programas de televisão, de rádios, e todas as outras formas de evangelismo combinadas. Isso nos mostra que o trabalho do evangelista é duplo:

Primeiro. O evangelista foi chamado e capacitado por Deus para trabalhar com os não crentes, ganhá-los para Jesus Cristo, trazê-los para a igreja para serem discipulados.

Segundo. O evangelista tem a responsabilidade principal de equipar os santos para fazer o trabalho do ministério, treinar os crentes para que esses trabalhem testemunhando e ganhando para Jesus Cristo as pessoas do círculo da sua amizade. Às vezes pensamos que o evangelista foi dado para trabalhar somente com os perdidos, mas a Bíblia diz que Deus deu ao evangelista a responsabilidade de falar a igreja. Esse falar a igreja não significa falar de salvação, pois a igreja já é salva - “E ele mesmo deu uns para... evangelistas..., querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo”. (Efésios 4.11-12). Observe que a Bíblia fala que esse ministério foi dado para capacitar, treinar os crentes para que esses desempenhem o ministério de cada um. Qual o ministério, ou o serviço de cada crente que precisa ser capacitado pelos evangelistas? O ministério de reconciliação!

Ministério de Reconciliação. O evangelista deve treinar os crentes para que eles desenvolvam o ministério da reconciliação – “Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação; pois que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões; e nos encarregou da palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamos-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus”. (II Coríntios 5.18-20). O que é ministério de reconciliação? É o serviço de cada crente em restabelecer a paz entre o homem e Deus, levar às pessoas a salvação através de Jesus Cristo. Os santos têm que aprender não só que eles são salvos, mas que eles têm o ministério da reconciliação, que devem reconciliar o homem pecador com o seu criador.

O evangelista traz uma revelação de Jesus como salvador e inspira os crentes a ganhar as almas, ele ministra, treina os santos, aperfeiçoa-os para a obra do ministério de reconciliação. O ministério de evangelista é necessário para aperfeiçoar os santos, é responsável em ajudar os crentes, o evangelista tem assim como os outros quatro ministérios, o oficio de construtor. Deus o estabeleceu na igreja e ele é necessário para a construção do templo.

A função especial do evangelista, além de estar envolvido no trabalho de ganhar os perdidos para Cristo, é compartilhar com a igreja um amor pelo mundo perdido, e uma paixão por encontrar os perdidos. O fato que 95% daqueles que vem a Cristo o faz através de testemunho de crentes individuais está correto, e nos leva a considerar a importância do trabalho do evangelista com a igreja, também nos mostra que a maior parte dos que se convertem, 95%, se convertem através de relacionamentos, primeiro se faz um amigo, depois se faz um irmão – “Em todo o tempo ama o amigo, e na angústia se faz irmão”. (Provérbios 17.17). Se uma igreja está crescendo em números isso se deve ao testemunho do sucesso dos evangelistas na igreja hoje, e um dos elementos mais cruciais para fazer evangelismo é uma igreja encorajada por evangelistas.

DIÁCONOS E PRESBÍTEROS


Diáconos e Presbíteros

VISÃO GERAL. Toda organização tem pelo menos uma pessoa que trabalha nos bastidores. Esta é a função do diácono ou presbítero na igreja. Eles trabalham nos bastidores servindo e ministrando às necessidades das pessoas. O termo diácono vem do grego e significa servo ou ministro. A palavra "diaconato" descreve o serviço do grupo de diáconos e diaconisas dentro de uma igreja. Algumas igrejas indicam "presbíteros", termo que descreve aqueles que exercem um papel de liderança similar dentro da igreja. Diáconos e presbíteros podem estar ou não na liderança durante um culto dominical típico como um pastor ou ministro de adoração. Entretanto, seu trabalho de bastidores, conduzindo os negócios da igreja e o trabalho de Cristo, é primordial.

DIÁCONOS: VISÃO DO NOVO TESTAMENTO. Várias referências seculares dão a diácono o sentido de garçom, servo, administrador ou mensageiro. Escritores bíblicos usam esta palavra para descrever vários ministérios e serviços. Só bem mais tarde na igreja primitiva foi usado para indicar um grupo distinto de oficiais da igreja. Entre seus usos comuns, diácono se refere a quem serve a refeição (Jo. 2.5,9), servos do rei (Mt. 22.13), ministro de Deus (II Co. 6:4), ministro de Cristo (II Co. 11.23), ministro de Deus (Cl. 1.24-25) e autoridade (Rm. 13:4). O Novo Testamento apresenta o ministério do serviço como uma marca de toda a igreja, isto é, como uma conduta normal para todos os discípulos (Mt. 20: 26-28; Lc. 22: 26-27). Os ensinamentos de Jesus no julgamento final equiparam esse ministério com: alimentar os famintos, acolher o próximo, vestir os que estão despidos, visitar os enfermos e encarcerados (Mt. 25: 31-46). Todo o Novo Testamento enfatiza a compaixão pelas necessidades físicas e espirituais dos indivíduos bem como quanto nos devemos doar para satisfazer essas necessidades. Deus nos capacita para o serviço com vários dons espirituais. Quando realizamos esse serviço, em última análise, ministramos ao próprio Cristo (Mt. 25.45).

ORIGEM. Alguns estudiosos da Bíblia estabelecem uma relação entre o "hazzan" da sinagoga judaica e o serviço cristão do diácono. O "hazzan" abria e fechava as portas da sinagoga, mantinha-a limpa e distribuía os livros para leitura. Jesus provavelmente passou o rolo do livro de Isaías para um diácono depois que acabou de lê-lo (Lc. 4.20). Outros estudiosos do Novo Testamento dão atenção considerável à escolha dos sete (At. 6:1-6); vêem aquele ato como um precursor histórico de uma estrutura mais desenvolvida (Fl. 1:1; I Tm. 3:8-13 - as duas referências específicas ao "ofício" de diácono). Cada apóstolo já estava sobrecarregado com várias responsabilidades. No entanto, os doze apóstolos propuseram uma divisão do trabalho para assegurar assistência às viúvas gregas na distribuição diária que a igreja fazia de alimento e donativos. Sete homens de boa reputação, cheios do Espírito de Deus e de sabedoria (At. 6:3), se destacaram na congregação de Jerusalém, praticando caridade e atendendo necessidades físicas. Alguns lembram que o diaconato não devia ser relacionado somente a caridade, pois os diáconos eram pessoas de estatura espiritual. Estevão, por exemplo, "cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo" (At. 6:8). Filipe, apontado como um dos sete, "os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo" (At. 8.12). Filipe também batizava (At. 6.38) e é mencionado como um evangelista (At. 21:8).

OS DIÁCONOS NA IGREJA PRIMITIVA. Muitas igrejas provavelmente adotaram como modelo "os sete de Jerusalém" no seu quadro de diáconos. Em I Tm. 3:8-13 são dadas instruções sobre as qualificações da função de diácono, a maioria delas se relacionando ao caráter e comportamento pessoais. Um diácono deveria falar a verdade, ser marido de uma só mulher, "não dado a muito vinho", e um pai responsável. Alguns diáconos: Tm. (I Ts. 3:2; I Tm. 4:6), Tíquico (Cl. 4:7), Epafras (Cl. 1:7), Paulo (I Co. 3:5) e o próprio Cristo (Rm. 15:8). A diaconia bíblica não se caracteriza por poder e proeminência, mas por serviço ao próximo, por cuidados pastorais. As mulheres também exerciam a função de diaconisas. Em Tm. 3.11, lemos que elas deveriam ser "respeitáveis, não maldizentes, mas temperantes e fiéis em tudo". Por causa do grande número de mulheres convertidas (At. 5.14; 17:4), as mulheres atuavam na área de visitação, instruíam sobre discipulado e assistiam no batismo. Em Rm. 16:1-2, lemos que Paulo elogiou Febe por ser uma ajudadora no serviço da igreja de Cencréia. Em Rm. 12:8 e I Tm. 3:4-5 encontramos outras qualidades desejadas no diácono.

PRESBíTEROS. O serviço do diácono diferia do serviço do presbítero. Enquanto diáconos e diaconisas eram escolhidos por suas fortes características pessoais, os presbíteros obtinham sua posição por laços de família ou indicação. Seguindo um padrão definido relacionado ao sistema tribal (Nm. 11: 16-17; Dt. 29.10), o presbítero exercia funções de liderança e jurídica em razão de sua posição na família, clã ou tribo; ou em razão de sua personalidade, destreza, status ou influência; ou ainda por um processo de indicação e ordenação. Os presbíteros tinham várias funções. Por exemplo: I Timóteo 5.17 fala de presbíteros que pregavam e ensinavam; Tg. 5.14 os mostra envolvidos num ministério de cura; I Pe. 5.2 os exorta a apascentar o rebanho. Assim, os profetas e mestres que dirigiam a igreja de Antioquia (At. 13:1-3) podem ter sido os presbíteros daquela comunidade.

O PRESBITERO NA COMUNIDADE CRISTÃ. Segundo o relato de Lucas sobre a origem e expansão do Cristianismo, os presbíteros já estavam presentes na igreja de Jerusalém. Em Atos, vemos os cristãos de Antioquia enviando mantimentos "aos presbíteros (das igrejas da Judéia) por intermédio de Barnabé e Saulo (11.30). Em sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé "promoveram os discípulos em cada igreja" (At. 14.23). Mais tarde, foram enviados de Antioquia para Jerusalém "para os apóstolos e presbíteros" a fim de esclarecê-los sobre o assunto da circuncisão dos gentios cristãos (At. 15:2) e "foram bem recebidos pela igreja, pelos apóstolos e pelos presbíteros" (At. 15:4), que se reuniram para ouvir sobre o caso e resolver a questão (At. 15:6-23). Não se sabe quem eram e como foram escolhidos esses presbíteros. Mas certamente foram consideradas sua idade e proeminência lhes conferiu o privilégio de prestar serviço especial dentro de suas comunidades. Parece que atuavam de maneira semelhante aos anciãos das comunidades judaicas e do Sinédrio (At. 11:30; 15:2-6.22-23; 16:4; 21:18).

O QUE É SER MISSIONÁRIO?

Ser missionário não é privilégio de determinadas pessoas, mas a essência de ser cristã: “Anunciar o evangelho é necessidade que se me impõe”. (I Co. 9.16). É um compromisso de toda a comunidade que vive e transmite a sua fé. “Nenhuma comunidade cristã é fiel à sua vocação se não é missionária”. Ser missionário não é só percorrer grandes distâncias, ir para outros continentes, mas é a difícil viagem de sair de si, ir ao encontro do outro, ir ao encontro do “diferente”, ir ao encontro do marginalizado – o preferido de Jesus. O evangelismo “com renovado ardor missionário” exige que a pregação do evangelho responda aos “novos anseios do povo”.

Exige de mim, de você, de todos nós, uma abertura constante, pessoal e comunitária para responder aos desafios de hoje. É a missão de fidelidade ao “envio” de Jesus: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo. 20.21). Sem entusiasmo e esta convicção, arriscaremos perder a alegria do anúncio da boa-nova libertadora. Como conseqüência deste assumir o compromisso missionário, nasce novo estilo de missões: não levar, mas descobrir. Não só dar, mas receber. Não conquistar, mas partilhar e buscar juntos. Não ser mestre, mas aprendiz da verdade. A missão nos permite criar novos laços, novas relações, um novo jeito de olhar a vida, um novo jeito de ser igreja.

E aí vai o desafio: como eu posso ser missionário em minha casa, no trabalho e na comunidade em que vivo? Assumo o compromisso de cristão, vivendo e transmitindo a boa-nova da paz, da justiça, do amor, do perdão, da fraternidade, da acolhida? ...Ser missionário é fazer uma decisão radical de entrega total ao reino de Deus em prol da promoção humana.

O QUE É SER PASTOR

Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!

Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.

Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantêm rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.

Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que se gradua na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital। Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.

Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens.Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós। É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.

Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo। É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.

Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.

Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando naquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.

Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.

Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.

Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobreza e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.

Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.

Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver.

Ser pastor é saber morrer, E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.

sábado, 2 de janeiro de 2010

SETAL

SEMINÁRIO de TREINAMENTO e APERFEIÇOAMENTO de LÍDERES

Faça um Setal na sua Igreja

I. COMO VAI A SUA LIDERANÇA?

II. SEUS LÍDERES PRECISAM DE UMA “INJEÇÃO DE ÂNIMO”, MOTIVAÇÃO E DESPERTAMENTO PARA CUMPRIREM SUAS TAREFAS?

III. ESTÁ DIFÍCIL TREINAR LÍDERES QUE ANDAM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS?

IV. ESTA DIFÍCIL DESCOBRIR TALENTOS EM NOVOS LÍDERES PARA EXERCEREM COM SUCESSO A OBRA DE DEUS?

V. ESTA DIFÍCIL PREPARAR OBREIROS QUE HONREM E RESPEITEM O SACERDOTE?

VI. SUA LIDERANÇA FALA BEM OU MAL DE VOCÊ!

VII. VOCÊ JÁ ESTA FICANDO ESTAFADO DE TANTAS ESTRATÉGIAS COM POUCO OU NENHUM RESULTADO?

Se você esta continuamente tendo problemas com sua liderança, a saúde da sua igreja esta em risco e seu ministério esta quase tendo uma crise, ou quem sabe... Já esta em crise. Não espere as coisas piorarem para mudar a situação.

Para conquistar o sucesso e ter pleno êxito no chamado é necessário que tenhamos uma mesma visão e estratégias adaptadas a buscar os mesmos objetivos.

Estamos com isso lhe apresentando uma grande oportunidade interdenominacional para auxiliá-lo na sua igreja e na sua equipe de líderes.

É preciso ter coragem de fazer um pequeno investimento necessário, para termos grandes resultados e ser preparados para a crise.

TREINAMENTO NÃO É DESPESA E SIM INVESTIMENTO!

QUANTO VALE PARA SUA IGREJA AUXILIAR SEUS LÍDERES A TEREM UMA MESMA VISÃO, ESTRATÉGIA E OBJETIVOS?

QUANTO VALE PARA SUA IGREJA INVESTIR NO CRESCIMENTO DELA?

FAÇA DA SUA LIDERANÇA UMA EQUIPE DE CONQUISTADORES.

QUE TAL TRANSFORMAR CADA LIDER EM UM CALEB, EM UM JOSUÉ...?

A CEIA, EM PARCERIA COM OS MINISTÉRIOS, DESEJA AJUDAR VOCE E TODA SUA EQUIPE A CRESCER.


ENTRE EM CONTATO CONOSCO:Pastor Medeiros (11)8656-5087.

Hotmail: prmedeirosieq@hotmail.com


PALESTRAS, SEMINÁRIOS E CONFERÊNCIAS.

1. O Líder e a sua Família. (Tratamento familiar, aconselhamento e orientação aos filhos, orçamento familiar, 1º Deus, 2º Família, 3º Igreja, Como resolver conflitos familiares, Exemplo na Família, etc.)

2. O Líder e as Finanças da Igreja. Dízimos e Ofertas; projeto de Deus. Podemos recusar a semente? Obediência quebra maldições, É dando que se recebe; Desafios... Uma atitude de fé, Como prosperar em tempos de crises, etc.

3. O Líder e seus Liderados. Como esta sua liderança, Seus líderes tem sido obedientes, Como tem sido seu relacionamento com eles, Você já separou o Pedro, Tiago e João e seus 12 onde estão? Etc.

4. O Líder e a Contabilidade da Igreja. Você sabia que temos uma responsabilidade Empresarial na administração de nossa igreja? Como estão suas documentações pessoais e de sua igreja? Você sabia que quando você declara IRRF, ela pode-lhe servir como comprovação de renda? E a Rais da sua igreja esta em dia? Sua igreja já tem CNPJ? Você já dispõe de um contador? Etc.

5. O Líder seu Dever e Direitos. Conheça melhor seu dever e direitos como cidadão. Como ajudar seus membros a resolver questões jurídicas. Saiba até onde vão seus direitos. Devemos ou não pagar impostos de templos e terrenos em nome da igreja? Como respeitar horários em nossos cultos, sem entrar em conflito como o poder publico? O que devemos fazer junto as autoridades, quando iniciamos uma obra na cidade?

6. O Líder e a Política. Necessidade de cidadania, Unindo forças para termos forças. Como cobrar os políticos na hora certa, Quem devemos apoiar para nos representar na política. É pecado irmão fazer parte da política? A igreja precisa de representantes políticos? Os políticos precisam da igreja?

7. O Líder e as Ordenanças da igreja. Quais são as ordenanças da igreja evangélica hoje? Batismo e Santa Ceia, são doutrinas ou costumes? Como servir Santa Ceia? Como ministrar para o batismo? Como realizar ato fúnebre? Como ser bem sucedido nas visitas em hospitais? Precaução nas cadeias publica e presídios. Como ministrar casamentos e validar os mesmos junto aos órgão competentes? Voce sabia que voce faz o casamento civil e religioso, dentro da sua própria igreja sem a presença de um representante do cartório para validar o mesmo? Etc.

OFERECEMOS TAMBÉM: S.O.S CURSOS DE TREINAMENTO

a) Líder Rápido de 04 a 08 horas de Palestra. Este tipo de treinamento pode ser feito num único dia, ou divide-se o tempo no máximo em dois dias consecutivos, servindo-se apenas um lanche especial. (Com entrega de certificado)

b) Seminário de Treinamento e Aperfeiçoamento de Líderes SETAL. De 09 a 15 h. Este seminário é mais extenso, no entanto, seu custo é maior e serve-se uma ou duas refeições, conforme o que for combinado. Podendo ser feito em dois dias consecutivos. (Com entrega de certificado).

c) Curso Especial de Liderança. Até seis meses de treinamento. Uma vez por semana, num período de 02 horas de ministração para cada aula. 48hs. (Com formatura e entrega de certificado), podendo também ser feito à distancia.

d) Curso Teológico. Oferecido pela Ceia, critérios com o Pastor Selmo.

S.O.S ASSISTENCIA:

S.O.S ASSISTENCIA JURÍDICA: Existe uma infinidade de casos onde o associado precisa de assistência jurídica e não consegue um profissional competente por falta de informação ou mesmo por falta de recursos financeiros. Muitas vezes dependendo da situação, boas orientações e conselhos solucionam o problema, pois vale mais um bom acordo do que uma demanda judicial. Na maioria dos casos, pessoas gastam tempo com ações supostamente vencidas, por não terem boa orientação profissional. Muitos pagam juros abusivos ou seus nomes ficam comprometidos nos órgãos de créditos por não conhecerem seus direitos. Muitos ficam com seus nomes comprometidos mesmo sem nada dever, e nada fazem para exigir indenizações por causa de abusos desses órgãos.

S.O.S SAUDE DA MULHER: Com mais informações e melhores acompanhamentos na gravidez, pré e pós parto, doenças sexualmente transmissíveis, exames periódicos, amamentação, a saúde do bebe, menopausa, Lei Maria da Penha, viva melhor a terceira idade, etc. Com certeza, havendo um acompanhamento adequado à saúde da mulher ajudaremos tanto na saúde do bebe como da mamãe.

S.O.S SAUDE DO HOMEM: Homens também precisam ser orientados e motivados a medicina preventiva. Se houvesse em nosso País um incentivo e maior investimento na medicina preventiva, os riscos diminuiriam vastamente. É preciso criar idéias e estratégias para que os homens sejam mais bem preparados para a terceira idade.

S.O.S PARCERIAS COMUNITÁRIAS. A CEIA pretende formar parceiros de trabalhos sociais, que ampararão as associações vinculadas às igrejas associadas, para que as mesmas efetuem um trabalho social a contento. Uma associação sozinha pouco poderá fazer pelo social, mas filiada a CEIA, muito fará em benefício dos seus membros.

S.O.S DESCONTOS. Pretendemos implantar num futuro bem próximo e com ajuda dos associados, um cartão magnético ou uma credencial, que o associado gozará de descontos em: Comércios, salões de beleza, oficinas, lava rápido, farmácias, academias, curso de informática, cursos profissionalizantes, curso de línguas, libras, musica sacra, odontologia, clinicas, livrarias e papelarias, artigos evangélicos, etc. Com isso vamos valorizar aos irmãos comerciantes e aos irmãos que necessitam do serviço.

a) Lembramos que todo projeto a ser implantado na CEIA, depende da cooperação de todos os seus associados.

b) Iremos em breve propor indicações de conferencistas, para auxiliarem no avivamento e no crescimento das igrejas. Estudaremos os critérios a serem adotados, para que os ministérios não sejam prejudicados. Lembramos que, cada pastor é livre para aceitar ou não a indicação da CEIA.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

PERFIL

O Pr. Medeiros nasceu em Ervália Minas Gerais, seus pais mudaram para Campinas quando tinha três anos de idade. Iniciou sua vida cristã no jardim do Lago Campinas, onde trabalhou com o Pr. Jonas Ferreira e Pastora Safira alí, foi liberto do vício de drogas (maconha). Mudou-se para o bairro Jardim das Oliveiras e passou a frequentar a IEQ com o Pr. Dorival Martins alí inicou sua carreira ministerial auxiliando como obreiro e presidente de jovens. Trabalhou e dava atendimento ministerial na Catedral da Fé (São Bernardo)com o Pr. Luiz Carlos Pinto. Pastoreou Igrejas em Campinas (Bonfin, hoje Prost de Souza, Foi Superintendente em Pereira Barreto, foi vereador por dois mandatos consecutivos e secretário do Prefeito Beto Castro Neves, é Sócio e fundador do GAS (Grupo Assistencial Salvação), Fundador da IEQ de Ilha Solteira, restaurador da IEQ de Sud Mennuci e Suzanápolis, foi Pastor em Aparecida do Norte, Itanhaém e atualmente pastoreia em Suzano desde Dezembro de 2.001.

O PASTOR MEDEIROS EM 2.002, FOI CANDIDATO A 3º SECRETÁRIO NO CONSELHO NACIONAL DE DIRETORES, ONDE CONCORRENDO COM O ATUAL PRESIDENTE DO CONSELHO ESTADUAL REVº ERNESTO TACONI, CONQUISTOU MAIS DE 600 VOTOS.

Lançou seu nome na prévia da IEQ, para SENADOR DA REPUBLICA com intuito de promover o nome da IEQ em todo Brasil, e após ter protocolado a solicitação, foi informado que a igreja não teria candidato próprio para o Senado Federal.

EM 2.005, ABRIU MÃO DA CANDIDATURA A 1º TESOUREIRO NO CED PARA APOIAR O ATUAL TESOUREIRO PR ASTÉRIO MADUREIRA DE MOGI GUAÇU QUE UNIDO COM O APOIO DO PR. MEDEIROS, FOI ELEITO EM 1º TURNO.

NESTE ANO 2.007, NOVAMENTE O PASTOR MEDEIROS LANÇOU SUA CANDIDATURA A 1º SECRETÁRIO DO CONSELHO ESTADUAL DE DIRETORES, E AGRADECE AS ORAÇÕES, APOIO E OS VOTOS RECEBIDOS DE SEUS AMIGOS CONVENCIONAIS.

FOI UM DOS ARTICULADORES DA CAMPANHA DO VEREADOR GERSON MAMED, ELEITO PELA PRIMEIRA VEZ, SENDO O MAIS VOTADO NA HISTORIA DE SUZANO. ELEITO A PRESIDENTE DA CÂMARA PARA O BIÊNIO DE 2.007/2.008.

FOI UM DOS ARTICULADORES NA CAMPANHA DO DEPUTADO ESTADUAL PARA A PREFEITURA DE SUZANO, DR ESTEVAN GALVÃO.

É MEMBRO DO CONSELHO FISCAL DA ACRIS. (Associação Cristã de Suzano).

É 1º SECRETÁRIO DA CEIA.(Convenção Evangelica das Igrejas Aliançadas).

COMO RECONHECER A VOZ DE DEUS

ESTUDO TEOLÓGICO

“Portanto a fé vem pelo ouvir... a palavra (RHEMA) de Deus” (Rm. 10.17).

QUAL A DIFERENÇA ENTRE A PALAVRA RHEMA E LOGOS?

Para entendermos a voz de Deus, precisamos conhecer um pouco mais destas duas palavras gregas, "RHEMA" e "LOGOS". Logos geralmente se refere à "palavra" escrita ou gravada, "Rhema" geralmente se refere à "palavra" viva ou vivificante.

Os seguintes exemplos têm por objetivo o uso preciso destas palavras gregas. São dados apenas como exemplos da idéia que o autor tenta explicar com relação às palavras Logos e Rhema. — Jesus disse: “Está escrito [Logos], ‘nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra [Rhema] que procede da boca de Deus’’ (Mt 4:4)”. Foi dito o seguinte sobre os que estavam em Beréia: "Estes foram mais nobres dos que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra [Rhema], examinando diariamente as Escrituras [Logos] se estas coisas eram assim" (At. 17.11).

Estes versículos ilustram o vínculo inseparável entre "Logos" e "Rhema". Sempre operam em conjunto. Precisamos conhecer as Escrituras (Logos) para julgarmos se uma palavra (Rhema) que veio até nós realmente é do Senhor — ou de algum outro espírito. O Espírito Santo (Rhema) e a Bíblia Sagrada (Logos) estão sempre de acordo. Jesus disse o seguinte com relação aos fariseus: "Errais não conhecendo as Escrituras [Logos] nem o poder [Rhema] de Deus" (Mt 22.29). Os Fariseus da época de Jesus não conheciam nem o "Logos" nem o "Rhema". Muitos líderes de igreja não conhecem nem as Escrituras nem o poder de Deus. Estes líderes e igrejas fazem com que Deus os vomite (Ap 3.16).

Há outros líderes de igreja que conhecem as Escrituras, mas não conhecem o poder de Deus. Eles geralmente se secam. Há também alguns líderes de igreja que conhecem o poder de Deus, mas não conhecem as Escrituras. Eles geralmente se ensoberbecem e explodem. Se conhecermos as Escrituras, como também o poder de Deus, isto fará com que nossa igreja cresça mais e mais.

1. Um Rhema de Deus geralmente é uma comunicação de Deus com propósito e poder para ser aplicada a uma situação específica. Quando estamos lendo a Bíblia e certo versículo subitamente nos atinge com poder, estamos recebendo um "Rhema" palavra viva para a nossa necessidade pessoal. Quando estamos orando e pedindo a sabedoria de Deus ou sua resposta para um problema sem solução, e, subitamente, Deus fala aos nossos corações e nós da à solução do problema em termos claros e práticos, isto é Rhema.

Cuidado: Não devermos presumir que todo impulso, impressão, ou sentimento seja um "Rhema". Nenhum "Rhema" Jamais será contrário às Escrituras (Logos) a palavra eterna de Deus. Quando não temos certeza, corremos o risco de errar, no entanto se você não quer errar, procure ter certeza, e para ter certeza a sua oração e a pesquisa tem que ser intensa e procure seguir alguns passos.

1. A Bíblia diz: Examinai tudo (1 Tes.5.21). Examine cada situação com muito cuidado. Lembre-se que um dos elementos da fé é o risco de não exercita-la de acordo.

2. Não permita que o orgulho paralise a sua fé, tente fazer o que você acha que Deus quer que você faça. Ainda que ocorram alguns fracassos, com certeza seu ato de coragem e ousadia lhe trará sucessos também. Jesus passou por isso (Mc. 6.5,6).

3. Cuidado com idéias preconcebidas, (2Re. 5) pois elas impedem a obediência. Naamã quase perde uma grande benção. Ele era um General Sírio cuja empregada domestica israelita era uma prisioneira de guerra. Ele tinha uma doença incurável que era a lepra. Sua criada contou-lhe sobe um profeta em Israel chamado Eliseu que tinha o poder de Deus e curava as pessoas. Através de canais diplomáticos, Naamã entrou em contato com o rei de Israel e fez arranjos para uma visita a Eliseu. Quando Naamã chega a modesta casa de Eliseu, o profeta envia seu servo para dizer ao pretensioso General Naamã o que Deus disse pra ele fazer. “vá lavar-se no rio Jordão sete vezes, e você será curado de todos os vestígios da sua lepra” (vs.10). Naamã ficou irado e afastou-se com seu nariz empinado. Olhe aqui! Disse ele. Eu pensei que o profeta teria a comum cortesia de pelo menos sair para me receber. Eu pensei que ele invocaria o Seu Deus e passaria seu manto sobre a lepra, e eu seria curado. Se é que eu preciso de um rio, então voltarei para a Síria para lavar-me nas águas cristalinas do rio Abana ou do rio Farfar, e não naquele lamacento rio Jordão. Um de seus servos suplicou-lhe: Senhor, se o profeta tivesse lhe pedido para fazer alguma coisa grandiosa e difícil você não teria feito? Porque não obedece, pois ele somente lhe pediu que você fosse lavar-se para ser curado. Finalmente persuadido, Naamã desceu ao rio Jordão, mergulhou-se sete vezes e foi curado. Quase que Naamã perdeu a sua benção por causa de idéias preconcebidas.

Quantas vezes você já não esteve descabeçado e Deus envia alguém, as vezes nem cristão é e te dá tantos conselhos, e tudo da certo?

OFERTAR OU NÃO OFERTAR

Não devemos limitar nossas contribuições a Deus e a sua causa apenas ao dízimo. O dízimo é apenas o mínimo que fazemos (Mt. 23.23). A graça aumentou nossa responsabilidade. “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: em que te roubamos? Nos Dízimos e nas Ofertas...” (Mal.3.8). Em Atos aprendemos que o Espírito Santo toma posse da vida e dos bens do cristão levando-o a colocar à disposição do Senhor todos os seus bens (At.2.44,45; 4.34). Não podemos transformar a igreja numa casa comercial como alguns o têm feito, mas também não podemos, a despeito dos erros cometidos, suspender o ofertório do ato do culto e nem tão pouco, impedir a realização de ofertas específicas.

Podemos observar que em Malaquias 3.8, quando o Senhor diz: “Vos me roubais”, Ele acrescenta... Nos Dízimos e nas Ofertas, no entanto Dizimo e Oferta, formam um par, um casal. Dizimo representa o homem que tem a função de protetor. O homem precisa ser o protetor da mulher, e através do Dízimo recebemos a proteção de Jeová Jiré contra os gafanhotos do inferno, os espíritos devoradores, etc. Oferta representa a mulher, a mulher é reprodutiva, geradora de filhos, etc. O homem não multiplica, não engravida literalmente falando, a mulher sim. No entanto, a Oferta traz a benção da multiplicação, o Dízimo a benção da Proteção “Daí, e ser-vos-á dado, boa medida, recalcada, sacudida e transbordando,...” (Lc.6.38). Note que tanto em relação ao Dízimo “Trazei...” (Ml. 3.10), como em relação à Oferta, primeiro é precioso “Dar”, depois ser-vos á dado. A maioria dos cristãos querem inverter o texto, eles querem receber primeiro para depois dar. Esta errado, e isto não atraem bênçãos e nem a proteção de Deus.

Agora é importante também ressaltar que a mulher não se multiplica sozinha, ela precisa do homem para engravidar-se, ou seja, apenas à oferta embora seja multiplicativa, precisa do Dízimo para uma perfeita multiplicação. No entanto aprenda que Dízimos e Ofertas formam um casal e que ambos precisam caminhar juntos.

OFERTA ALÇADA: “Tomai do que tendes uma oferta para o Senhor; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao Senhor: ouro, e prata, e cobre” (Ex.35.5). A palavra oferta é derivada da palavra hebraica korbam, que seria oferta dedicada ao Senhor. Alçada é derivada da palavra hebraica, teruma cujo significado é pesada e produtiva e deve ser oferecida com profundo sentimento da alma.

1. OFERTA ALÇADA I pode ser dada de acordo com a prosperidade do fiel, neste caso poderia ser;

OFERTA DE AGRADECIMENTO,

OFERTA DE GRATIDÃO,

OFERTA ESPECIAL,

OFERTA DE SANTA CEIA,

OFERTA DE AMOR,

CONSTRUÇÃO, REFORMA, PROVEDOR, DE NATAL, ou até mesmo VOLUNTÁRIA “Porque, dou-lhes testemunho de que, segundo as suas posses, e ainda acima das suas posses, deram voluntariamente” (2Co. 8.3; Sl. 116.12).

2. OFERTA ALÇADA II, também pode ser dada no intuito de desafiar a fé, ou exercita-la como deveriam fazer todos os crentes todos os meses, tendo em vista que precisamos ser abençoados todos os meses, e não apenas de vez em quando, quando é feito desafios. Neste caso poderiam ser

OFERTA DE DESAFIO,

OFERTA DE FÉ,

OFERTA DE MISSÕES,

OFERTA DE RESGATE,

OFERTA MISSIONÁRIA,

OFERTA DE PRIMÍCIAS, ETC,
“Daí, e ser-vos-á dado, boa medida, recalcada, sacudida e transbordando,...” (Lc.6.38). Neste caso a entrega, ou consagração da oferta antecede a benção recebida.

3. OFERTA ALÇADA III, neste caso, ela pode ser estipulada, se não o autor não mencionaria “ouro, prata e cobre”. Segundo a posse de cada um poderia se estipular o valor. Quem tivesse mais, deveria oferecer o ouro, quem tivesse um pouco menos ofereceria a prata, e quem possuísse o mínimo, deveria consagrar o cobre, sendo assim ninguém, ficava sem ofertar. “Tomai do que tendes uma oferta para o Senhor; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao Senhor: ouro, e prata, e cobre” (Ex.35.5). “Ouro, Incenso e Mirra...” (Mt. 2.11).

Nunca devemos nos esquecer que o desprezo a casa de Deus, o abandono nas questões financeiras ao reino de Deus, semeia maldição e pobreza no meio do povo (Ag. 1.9-11), e que uma conversão genuína nestas questões aflora a prosperidade (Ag.2.1-9). No entanto a conversão não é somente em relação a alma, mas sim em relação as nossas finanças também. “Temos que contribuir com alegria, não com tristeza e nem por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2Co. 9.7).

Quando oferecemos somente o que sobra, Deus se entristece disso (Lc. 21.4). “Maldito seja o enganador que, tendo animal no seu rebanho, promete e oferece ao Senhor uma coisa vil” (Ml. 1.14). Agora, para aqueles que são extremamente radicais, quanto as questões financeiras na igreja, bom seria se primeiramente examinassem os textos a seguir.

VINTE “RAZÕES” PORQUE “NÃO” SOU DIZIMISTA

1. Não sou dizimista, porque não gosto do pastor (Fl.2.29,30).
2. Porque não gosto dos projetos da igreja (1Co. 1.10).
3. Porque ganho pouco (Lc.19.17).
4. Porque ganho bem e 10% é muito dinheiro (Lc.12.15).
5. Porque quero fazer meu pé de meia (Lc. 12.20,21).
6. Porque minhas dívidas são muito altas (Lc. 14.28).
7. Porque estou reformando ou construindo (Ag. 1.4).
8. Porque não gosto de obedecer este pastor (Hb. 13.17).
9. Porque não creio que seja bíblico (Ml. 3.10).
10. Porque dízimo é só no velho testamento (Hb. 7.4; Lc. 18.12).
11. Porque meu pastor não trabalha fora (1Co. 9.1-12).
12. Porque meu pastor não precisa (1Co. 9.13,14).
13. Porque tenho tudo e não preciso de nada (Lc. 12.19-21).
14. Porque sou filantrópico, ajudo as instituições de caridade (1Co. 13.3).
15. Porque não dependo de Deus (Rm. 7.24).
16. Porque fui dizimista e tive decepções na vida (Hb. 3.17,18).
17. Porque não creio que seja ladrão, os que recebem e não dizimam (Ml. 3.8).
18. Porque não creio na existência do devorador (Ml. 3.11).
19. Porque dízimo é independente da salvação (Pro. 29.24).
20. Porque Jesus não falou sobre dízimo (Mt. 23.23).

Se o (a) amado (a) observar com atenção os textos citados, notará que os desobedientes nunca encontrarão amparo bíblico para defenderem suas negligências no tocante ao dízimo. Ser dizimista é uma grande benção, e somente aqueles que verdadeiramente amam a obra de Deus, e crêem na provisão de Jeová Jiré, o Deus provedor, tem fé suficiente para consagrarem a décima parte de seus rendimentos no Altar do Senhor.

Abraão recebeu a promessa da prosperidade na sua vida, porque foi fiel dizimista. Jacó foi muitíssimo abençoado porque se comprometeu com o Senhor, no tocante ao dízimo. Esses homens não olharam as circunstâncias que os cercavam. A igreja primitiva consagrava, não somente os dízimos, mas todos os irmãos que possuíam herdades vendiam parte delas e consagrava aos pés dos apóstolos (At.4.34).